Não sei quanta vida tenho
Nem quanto de mim é
Engano.
Nas vergas das dores me atenho,
Em busca de um avanço ferrenho,
Entre ópios e conflitos
Mundanos.
Aqui e ali, há tropeços,
Há dores, lamentos e
Prantos.
A sutil sensação de recomeço
Em busca do que desconheço,
Do que em mim é encanto.
Palavras são como um rio,
Um fluxo intermitente.
Um pedaço do desafio,
Que na ausência de extravio,
Esconde-se no
Inconsciente..
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